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Pé de Manga: petiscos sem graça e fumaça a noite toda

2 novembro, 2009

Por Isabelle Lindote

Um barzinho que fica no fim de uma rua tranquila, com uma ampla área ao ar livre, ambiente rústico… um clima aparentemente perfeito para papear com os amigos ou mesmo curtir um drink a dois. Para aproveitarmos a vista das mangueiras centenárias e a iluminação diferenciada, nosso grupo resolveu ficar do lado de fora, que tem sombrinhas cobrindo as mesas de madeira.

De cara, pedimos um petisco que parecia muito saboroso: bolinhos à moda da casa (com carne moída) com recheio de cheddar – a porção com 8 unidades sai por R$ 17,00. Quase meia hora depois, sem sinal do nosso pedido, resolvemos reclamar e solicitar mais agilidade do garçom. Em menos de cinco minutos, a porção que apareceu foi essa aí abaixo: uma bolas pretas, queimadas, parecendo almôndegas, que por dentro estavam gelados.

Depois de chamarmos o gerente, pela primeira vez na noite, trouxeram outra porção. Desta vez, a cara estava boa e os bolinhos foram fritos decentemente, mas o sabor não foi lá dos melhores. Além disso, o cheddar prometido no cardápio não encheria nem o buraco de um dente. Com esperanças de encontrar uma porção que fizesse jus ao local e ao preço, tentamos os pastéis de carne seca com requeijão, também a R$ 17,00 e com oito unidades.


Não vou dizer que eles eram ruins, mas sou muito mais o pastel vendido na feira da Praça Benedito Calixto, aos sábados. No primeiro que comi, só senti o gosto do queijo, que não consegui identificar se era mesmo requeijão. No segundo encontrei a carne, mas nã estava temperada, ou seja, um petisco sem nenhum diferencial.

Ainda com fome, decidi partir para um sanduíche: o Tina Turner – hamburguer de picanha com queijo prato e vinagre, mas troquei este último item pelo molho rosê da casa (R$ 15,90). Apesar do pão ter chegado à mesa frio e nenhum pouco crocante, a carne atendeu ao que se espera em um lanche assim. A melhor surpresa foi o molho, que deu um toque especial ao sanduíche meio sem graça. As batatas fritas que acompanham o prato estavam na medida, sem excesso de gordura, mas sem surpresas também.

O maridão também investiu em um sanduba: foi de Madonna – filet de frango na chapa com cheddar no pão ciabatta e batatas chips (R$14,50). O frango estava no ponto, bem temperado, e o pão chegou à mesa bem macio e quentinho. Só o cheddar deixou a desejar, pois apesar de cremoso, não era de boa qualidade.

O resto do pessoal (Claudia, Tuca e Fugita) foi de mais uma porção: filet mignon aperitivo com molho barbecue e cebolas (R$ 25,50). Acompanhado de pão francês fatiado, o petisco foi considerado o melhor da noite. Condimentado, com molho saboroso e tamanho proporcional ao preço. Quem gosta de um choppinho, o do Pé de Manga foi aprovado e cada tulipa sai a R$ 4,30. Quem prefere um refrigerante ou um suco, vai gastar no mínimo R$ 3,90 por unidade.

No entanto, se a comida não chegou nem perto do que se espera de um lugar assim, pior foi o fato de que, durante toda a noite, ficamos envolvidos em uma nuvem de fumaça proveniente de diversas mesas ao nosso redor. Incomodados, perguntamos ao gerente se a lei antifumo permitia aquele tipo de comportamento. Ele prontamente nos disse que a Vigilância Sanitária havia liberado a “varanda” para o fumo e que a Época São Paulo tinha considerado o ambiente como o mais pacífico para a convivência entre fumantes e antitabagistas. Em minha humilde opinião, e na de todos que estavam na mesa, o cigarro incomodou e muito! Saí de casa com o cabelo molhado, crente que não teria mais problemas com cheio de nicotina, e voltei praticamente defumada.

Maridão e eu não pretendemos voltar lá: comida mais ou menos, conta cara e ambiente enfumaçado não rola para a gente. Mas se você fuma e quer um lugar tranquilo, amplo e reservado, o Pé de Manga é o lugar…

PS: Mulheres, cuidado com o banheiro! Fios desencapados estavam próximos à pia do toilete feminino no dia visitado.

Falta de cuidado

19 outubro, 2009

livro amassado e rasgado

Quinta comprei dois livros da Larousse no Submarino. Até aí, nenhum problema com a entrega, dentro do prazo – não atrasou como de costume. O problema foi ao abrir a caixa – um dos livros estava (está!) amassado e rasgado, sem falar que nem veio embalado!!!

E não foi somente o livro, deem uma olhada no saco plástico encardido que veio a lata de bombons num isopor cheio de água.

Embalagem fofa para o chocolate

O pior lanche que já comi na vida

1 abril, 2009

Dia 28 de março assisti o primeiro jogo de futebol em meus 28 anos. Até então, minhas idas aos estádios estavam relacionados a shows. Apenas.

Minha “primeira vez” foi com chave de ouro, no Maracanã! Assisti Fluminense X Botafogo.

A experiência foi ótima, não fosse a barriga roncando e a vontade de comer um dogão de estádio… Esse aqui (foto acima):

A meleca aí custa R$ 4! O pão é velho, amassado e esfarelento. A salsicha tem um gosto medonho. E os acompanhamentos? Batata palha murcha e dois sachês – um de catchup (carioca não vive sem essa porcaria) e outro de mostarda (que nem abri).

Dica: NUNCA compre o dogão do Maracanã! Nuca mesmo! Você vai ganhar muito mais com os biscoitos Globo, de R$ 1.

Foto enganadora

9 fevereiro, 2009

Todo mundo que lê o blog já sabe que eu adoro uma foto de comida…. e vivo comprando comidas só por causa das fotos.

Outro dia vi essa foto aqui:

(Ragazzone de Marguerita)

Deu água na boca? Pois é, em mim também, então fui até o Ragazzo experimentar…. que decepção… não vem esse tanto de recheio, e a massa parece de esfirra, na verdade, mais parece uma esfirra fechada com outro formato… a maior frustação…

Os erros do Fifties

22 dezembro, 2008

Por Talita Mariano

Nesta semana tive a oportunidade de ir duas vezes na lanchonete The Fifties. Posso dizer que me senti em restaurantes de redes diferentes.

Almocei na unidade localizada do Shopping Eldorado, e plena terça-feira, horário de almoço, próximo das 13h.  Eu e o pessoal do trabalho, Cláudia Midori, Fernando Souza e Renmero, fomos prontamente atendidos. Vieram as bebidas, as porções de batata frita e cebolas, depois os quatro lanches. O atendimento foi ótimo e não tivemos problemas. Saímos satisfeitos!

No dia seguinte, quarta-feira, marquei de jantar com amigos que se formaram comigo na faculdade. Local do encontro: The Fifties Vila Olímpia, onde chegamos quase às 22h. Para a entrada pedimos as bebidas e uma porção de fritas. E aí começaram nossas surpresas. Quando o pote de batata estava terminando encontramos ‘algo’ escuro no fundo, olhando bem, era um champignon.

A cor era de estragado e o aspecto de algo frito. Chamei o garçom para mostrar o ‘ingrediente a mais’ no nosso prato. Ele levou até a cozinha e retornou, perguntando se queríamos outra porção. Pôxa vida, não queríamos outra porção, ainda mais porque o pote tinha um resto de batatas, queríamos que não tivesse aquele negócio estragado no meio da batata que havíamos acabado de devorar!

Bom, tudo bem, deixa para lá. Continuamos o jantar. Pedimos os lanche e lá vem outra… Em comemoração ao Natal existe um lanche natalino chamado Christmas Burger, que inclui rodelas de abacaxi. Uma das minha amigas pediu ele e… cadê o abacaxi?

Chamei novamente o garçom e expliquei que o lanche estava sem o abacaxi. Ele, da mesma maneira, se direcionou à cozinha e retornou dizendo:“o chapeiro disse que colocou sim o abacaxi”.

Conforme foto acima, abrimos o lanche para mostrar para ele que não tinha abacaxi. Sua resposta: “se querem trago abacaxi separado”. É sério isso? Talvez se pedimos um lanche com abacaxi, que veio sem abacaxi, e ainda tivemos que provar a falta dele, é porque queremos o abacaxi!

Fica aqui minha crítica ao The Fifties da Rua Funchal, 345 – Vila Olímpia. Não pelo atendimento do garçom, que em momento algum foi grosseiro ou desatencioso conosco, mas sim à cozinha que em um restaurante vazio nos atendeu desta forma.

The Fifties
Rua Funchal, 345
Telefones: 11 3842-2636 / 3848-9800

X Picanha Burguer & Grill

23 novembro, 2008

Após assistir a uma aula sobre hambúrgueres com István Wessel em outubro, caí na besteira de conhecer (no dia seguinte) uma nova lanchonete na Vila Madalena, em São Paulo, o X Picanha.

Localizada no burburinho da Vila Madalena, visitei o local à noite, com mais dois amigos – o Léo Dias e a Talita Mariano. Perto da rua Fradique Coutinho com a Wisard, é difícil encontrar uma vaga para estacionar próximo do restaurante/lanchonete. O local não possui vallet e o jeito é se virar para achar uma vaga na rua mesmo!

Entre grelhados, carnes na pedra, saladas, risotos e sanduíches, optamos, os três, pelo X Picanha. Para acompanhamento pedimos uma porção de fritas – quentinha, sem muita gordura, acompanhada de um molho bem gostoso (infelizmente não lembro o sabor, mas acho que era de ervas).

Algumas observações sobre o local:

1. O saleiro de nossa mesa estava SEM sal.

2. O lanche é feioso. Reparem na foto que tirei do lanche do Leonardo, um pecado. O pão estava com aparência de velho, um pouco ressecado. Chegou à mesa quase desmontado e torto, como a Torre de Pisa.

3. Faltou um pouco de capricho no preparo dos lanches e atenção no atendimento. Éramos os únicos clientes, às 19h, do dia 23 de outubro, uma quinta-feira. O único garçom do dia prestava mais atenção na televisão, num programa que mostrava lutas no SporTV.

4. O sabor do hambúrguer é um problema – é sem sabor. Faltava tempero, sal, enfim, não agradou ninguém. Chegamos à conclusão de que o Big Mac é bemmm melhor que o X Picanha.

5. Fui a única a trocar o queijo do lanche. Troquei o provolone pelo cheddar e me arrependi muito. O cheddar chegou duro, gelado, parecia ter saído da geladeira para o lanche.

6. O chopp custa R$ 2,99. Bom, barato e bem tirado.

7. O café é o melhor custo x benefício do local, peça um antes de ir embora.

Apesar de ter criticado o lanche feio e o queijo frio, devo dizer que a decoração do local é agradável. Um grande painel que vai da entrada até o meio do estabelecimento retrata o bairro de modo delicado. As mesas dispostas no salão não provocam a sensação de aperto e falta de locomoção entre as mesas.

X Picanha Burguer & Grill
Rua Fradique Coutinho, 1346, Vila Madalena
Telefone: 11 3929-2979

Don Miguel Mexican Bar

28 outubro, 2008

Devo começar explicando que tenho receio de escrever sobre um lugar que não gosto por não ressaltar qualquer qualidade que o local possa ter.

Bem, a culpa de eu ter conhecido o Don Miguel é da Juliana Garcia Sales (que resolveu comemorar o aniversário lá – brincadeirinha!). Eu já havia visto anúncios em algumas revistas que circulam no bairro que moro sobre o tal Don Miguel e pensei até em conhecer por ter ficado com água na boca com as fotos das comidas e atraída pelas fotos charmosas do local. Pura ilusão!

O local é bonito. E meus elogios terminam aqui. Para não me sentir péssima em ressaltar que não gostei de muita coisa, resolvi pedir a opinião de outras pessoas presentes no Don Miguel (claro que no mesmo dia – éramos em 11, acho).

Fugita: Não gostei!

Tuca: Achei caro…

Garcia Sales: Gostei bastante do Don Miguel. Os garçons são solícitos, explicam direitinho, o ambiente é bonito e só faltou pimenta na comida.

Garota Geek: Ah, eu sou muito leiga com essas coisas… e comparando com os tex mex que já fui, o Don Miguel é bem saboroso!

Leonardo Matsuda: Não tenho muito parâmetro, mas por ser um rodízio achei pequena a variedade. Esse é o maior problema.

Murilo Cardoso: Bem localizado, bonito, mas com um preço um pouquinho apimentado, que acaba compensado por um ótimo atendimento. Do momento em que sentei à mesa até vir todas as variedades do rodízio, passaram-se no máximo CINCO minutos, inclusive com um garçom muito bem treinado e com paciência suficiente para explicar todos os pratos e seus ingredientes.

Minhas considerações:

1. Achei o rodízio caroR$ 36,90 no jantar durante a semana. Achei caro o valor porque comparei o Don Miguel Mexican Bar com o El Mariachi – onde um almoço bem servido custa R$ 10!

2. O atendimento realmente é bom e relativamente rápido (detesto lugar que demora demais).

3. O restaurante/bar é charmoso. Mas é escuro pra dedéu.

4. Finalmente um restaurante mexicano para quem mora na zona leste – o Don Miguel é próximo da Radial Leste e do metrô Carrão. Veja o mapa.

5. Só não perde pra outro restaurante fast food tex mex, o Chiuaua.

6. A batata com cheddar, que não tem relação com a culinária mexicana, é uma delícia, peça!

7. A variedade é razoável, tem: burritos, tacos, nachos, chili, enchilada e quesadillas.

8. Os nachos, tacos e burritos são melhores que a quesadilla.

9. O restaurante tem uma promoção bacana para quem vai de quarta, quinta e domingo – é o selo Mexican Mania, que dá direito ao mesmo prato em uma segunda ou terça.

10. A margarita parecia gelinho com suco…

Don Miguel Mexican Bar
Rua Itapura, 757, Tatuapé
Telefone: 6197-6383

O que é isso?

3 outubro, 2008

No Boteco São Bento (eu adoro a comida de lá…) a meleca acima é conhecida como brigadeiro de colher! Dá pra acreditar???

Mc Flurry de Twix

23 setembro, 2008

Depois do M&Ms e Suflair, o Mc Donald´s resolveu misturar com o sorvete de creme o chocolate Twix… que não caiu nada bem! O chocolate estava velho (meios esbranquiçado), o caramelho duro para dedéu e o wafer molenga.

Momento nostalgia

13 setembro, 2008

Ontem fui com a Talita Mariano passear no shopping antes de irmos pro Lapinha, boteco que vou falar num próximo post, quando nos deparamos com as embalagens novas dos fermentos Royal e Dona Benta, no mercado Záffari, no shopping Bourbon.

As duas se perguntaram:

- Por quê? A gente não vai mais usar as colherzinhas para abrir (e entortá-las) a tampa do fermento. A embalagem era tão bonitinha…

Não gostei nem um pouco da embalagem… quero a antiga de volta!