Arquivo da Categoria ‘história’

Ivo Faria, Benon Chamilian e Dominique Fuhrer promovem os jantares desta semana nos hotéis-escola Senac

14 julho, 2009

Apreciar o melhor da gastronomia árabe e brasileira e ainda saborear um delicioso festival de fondues. Tudo isso será possível aos hóspedes e visitantes dos hotéis-escola Senac – Grande Hotel Campos do Jordão e Grande Hotel São Pedro por meio do 1º Festival Rota dos Sentidos – O Brasil do Mundo Todo, que traz renomados chefes para elaborar jantares exclusivos e abertos ao público. Na quinta-feira (16/7), em Águas de São Pedro, o chefe libanês Benon Chamilian apresenta a típica culinária árabe. Já na sexta-feira (17/7), é a vez da chefe Dominique Fuhrer prestigiar os presentes com o Festival de Fondues do Grande Hotel São Pedro.  Nesse mesmo dia em  Campos do Jordão, o menu do jantar será assinado pelo ilustre chefe mineiro Ivo Faria.

Serviço

Jantares Enogastronômicos

Valor: R$ 200 por pessoa

Vagas: 50 pessoas por noite

Local: Restaurante Araucária – Grande Hotel Campos do Jordão – Hotel-escola Senac – Av. Frei Orestes Girardi, 3549 – Capivari – Campos do Jordão
Informações e reservas: (12) 3668-6000

Mc Dia Feliz 2009

29 junho, 2009

Ajude!

Ajude!

29 de agosto é dia do McDia Feliz e de ajudar crianças e adolescentes com câncer. Em sua 21ª edição, a campanha beneficia instituições em todo o Brasil que combatem o câncer infantil.

Em São Paulo, Guarulhos, Osasco, Taboão da Serra e Barueri toda a renda obtida com a venda do Big Mac (descontados os impostos), seja individualmente ou na promoção número 1, é destinada ao GRAACC.

Este ano, o GRAACC espera arrecadar mais de R$ 3 milhões com a sua ajuda.

Adquira já seu tíquete Big Mac antecipado.

Para isso, basta entrar em contato com o GRAACC pelo telefone (11) 5908-9100 ou pelo e-mail graacc@graacc.org.br .

É Festa Junina

26 junho, 2009

Hora de comer milho verde, pipoca, vinho quente, churrasquinho, pastel, yakissoba, churros, doce de leite, broa de fubá, arroz doce e lanches nas várias quermesses por aí.

http://www.flickr.com/photos/claudia_midori/3656015116/

Semana passada fui na quermesse da Igreja do Calvário (fotos).

Algumas sugestões para se divertir:

Igreja do Calvário
Rua Cardeal Arcoverde, 950, Pinheiros
Tel.: 3085-1307
Sábado e domingo: 17h às 23h30
Ingresso: R$ 6

Igreja Santo Antônio de Lisboa
Rua Euclides Pacheco, 1980, Tatuapé
Tel.: 6197-5493
Sábado e domingo: 18h às 23h

Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro
Rua Honório Líbero, 100, Jardim Paulistano
Tel.: 3081-3446
Sábado e domingo: 13h às 23h

Dia dos namorados

8 junho, 2009

Na semana do Dia dos namorados todo mundo só pensa nessa data,  os solteiros ficam tristes por não terem encontrado a cara metade (nem todos, eu sei, tem os que estão muito bem sozinhos) e o enamorados querem comemorar.

Minha primeira sugestão é viajar, porque o dia 12 cai numa sexta de emenda de feriado, aí dá pra passar o final de semana prolongado num clima romântico.  Pode ser qualquer tipo de paisagem, desde que dê pra vocês ficarem bem juntinhos, e pensando em ficar juntinhos pensa-se logo numa lareira, um vinho e um fondue que combinam super bem com Campos do Jordão e Monte Verde.

Pra quem não puder viajar, minha dica de ouro é não comemorar a data no dia 12, os restaurantes viram um inferno com filas intermináveis, isso sem falar nas filas nos motéis.

Se estiver com um dinheiro sobrando, alguns hotéis (aqui e aqui )  têm pacotes especiais para essa data, e nesse caso é com reserva e não tem nada de fila.

Ou tente fazer você mesma(o) algo especial para seu par, faça o prato preferido dele(a), compre um vinho, acenda umas velas e o resto eu não preciso dizer, né? ;-)

Se não sabe cozinhar a Zest – Cozinha Criativa tem opções de pratos e entrega tudo prontinho. Aceita encomendas até às 15h do dia 9/06.

Mas você quer enfrentar o caos do Dia dos namorados seguem algumas sugestões:

Chácara Santa Cecília
No Dia dos Namorados, a casa promete um cardápio especial para os casais e, além disso, na data, os apaixonados ganham um “mini kit afrodisíaco” com um shot de ostra e uma taça de prosecco.   Luzes baixas, velas e lareiras na área interna  dão um quê de romantismo.

Quanto: R$ 69 por pessoa + 10% de serviço (cardápio com duas opções)

Endereço: Rua Ferreira de Araújo, 601 – Pinheiros

Telefone: (11) 3034-3910 / (11) 3034-6251

Obs.: É aconselhado fazer reserva para a data

La Tartine
Bistrô francês com clima intimista. Dizem que a quiche é uma delícia. Como é pequeno pode ter fila.
Endereço: Rua Fernando de Albuquerque, 267 – Zona Sul
Telefone: 3259-2090
Horário de funcionamento: de segunda a sábado, 19h30 à 0h30; fecha no domingo
dia dos namorados
Red Angus
Vai servir um cardápio feito especialmente para a data e os casais ganham uma taça de espumante e uma Baby Chandon no final do jantar. No menu tem um tortelli de beterraba em formato de coração. (foto)
Preço: R$ 119 por pessoa + taxa de serviço
Endereço: Rua Henrique Schaumann, 251 – São Paulo
Telefone: 11 3775-5000

Acaso Motel
Nesse motel a arquitetura e gastronomia tem destaque.  Tem carta de vinhos elaborada pela enoteca Fasano e cardápio que abrange a culinária nacional e internacional
Endereço: Avenida Salim Farah Maluf, 6190 – Vila Prudente – São Paulo
Telefone: 11 2021- 1695

Era uma vez um Chalezinho
Serve fondues e tem pacotes que vão de R$380 a R$485.
Endereço: Rua Itapimirum, 11 – Morumbi – São Paulo
Telefone: 3501- 9322

E no especial do Gastronomia e Negócios tem mais dicas e se você mora no Rio aqui também tem boas sugestões.

Diplomacia gastronômica

27 maio, 2009

Mês passado a Cláudia me avisou que foi lançada essa semana uma obra que junta dois assuntos que me interessam muito, diplomacia e gastronomia.

O livro A Mesa e a Diplomacia Brasileira – O Pão e o Vinho da Concórdia, do enólogo Carlos Cabral traz uma pesquisa rica sobre cardápios e mapas de mesa de jantares e almoços servidos pelos diplomatas brasileiros para tratar com seus pares de assuntos de relações internacionais.

Quem quiser conhecer algumas das muitas histórias que o autor conta, ele deu uma super entrevista para o CBN Total.

Estou morrendo de curiosidade de ler o livro! Vou passar em uma livraria nesse fim de semana e dar uma folheada.

A Mesa e a Diplomacia Brasileira - O Pão e o Vinho da Concórdia

A Mesa e a Diplomacia Brasileira – O Pão e o Vinho da Concórdia
Carlos Cabral
Editora de Cultura
R$ 90

O mistério do sanduíche-submarino

18 dezembro, 2008

Aproveitando a pergunta do Rodrigo, sobre esse post aqui, fiz uma pesquisa sobre a origem do nome Subway e o porquê desse tipo de sanduíche chamar submarino.

Segundo a Subway, a lanchonete tem esse nome por dois motivos. Primeiro, porque quando a rede começou a expandir, foi uma estratégia abrir várias lojas próximas a estações de metrô (subway). Além disso, a lanchonete foi batizada com a junção de duas expressões em inglês, submarine (submarino) e way (maneira, jeito).

E por que o sanduíche chama-se submarino? Segundo minha fonte favorita de informação sem credibilidade (a Wikipedia) os submarinos surgiram em diferentes comunidades ítalo-americanas no fim do século XIX, principalmente nas localizadas em New York, New Jersey, Pensilvânia e Massachussetts. O lanche acabou recebendo esse nome porque o pão (italiano ou baquete) tem um formato que lembra um submarino. Esse tipo de lanche também é chamado de Hero e Hoagie.

O verbete completo sobre o assunto é esse.

História da batata

2 outubro, 2008

A batata (solanum tuberosum) é conhecida por vários povos em todo o mundo. Hoje, é o quarto alimento mais consumido pelo homem, atrás apenas do trigo, milho e arroz. Originária da Cordilheira dos Andes e das ilhas do arquipélago chileno, na América do Sul, a batata é cultivada há mais de 2.500 anos. De lá, espalhou suas sementes pelos quatro cantos do planeta, levada no século XVI para a Espanha e, posteriormente, em outros países.

É interessante lembrar que os botânicos da época chegaram a considerá-la um afrodisíaco. Somente anos depois foi aceita como alimento, sendo mais cultivada principalmente na Irlanda e na Alemanha. Hoje, ela está presente no cardápio básico de quase todos os países, notadamente nos de clima temperado.

Depois da história da batata – retirada do site da Baked Potato - onde jantei com meu namorado num final de semana desses, uma dica: a batata recheada de bacon com chilli, muito boa!

Feliz Rosh Hashana

30 setembro, 2008

Ontem foi o Rosh Hashana, Ano Novo Judeu. Já falei um pouco sobre ele lá no Comidinhas!, e descobri esse site bem legal que explica como ele funciona, como é comemorado, enfim tira suas dúvidas. 

E no Gastronomia e Negócios tem um vídeo mostrando como é feita uma massa dentro dos preceitos judaicos kosher (modo de preparo dos alimentos dentro dos preceitos da religião judia).

Bolinho de arroz – receita portuguesa

21 setembro, 2008

Por Magali Marino

Antes de passar a receita do bolinho de arroz da vovó Carolina, preciso contar a história dessa linda portuguesa de pouco mais de 1,53m  e adoráveis olhos azuis.

Carolina trazia sempre pequenos brincos em forma de leques que só saíram de suas orelhas quando ela partiu para sua “viagem”, passando então para minhas mãos com o desejo de que fossem de minha filha, que não por outra razão tem o nome de Caroline.

Nascida em Portugal, na aldeia de  Frechas – minicípio de Mirandela, no ano de1890, Carolina Henriqueta Pinto teve uma educação diferenciada para a época, porque seria mandada para o convento. A família estava bem, tinha terras, mas enfrentou problemas financeiros e o rumo da vida mudou: ficou para trás o convento e com pouco mais de 22 anos, corajosamente, vovó aventurou-se em uma viagem para o Brasil.

No navio, sabe-se lá porque, “apalavrou-se” – como ela dizia com outro portugues – José Ferreira Pinto (meu avô) para se casarem no Brasil. Chegando aqui, sua educação e trato social, permitiram-lhe empregar-se como governanta na casa dos Cunha Bueno, rica família paulistana. Na casa teve oportunidade de conviver com pessoas do nível da família e foram muitas as propostas de casamento de ingleses que frequentavam a casa, todas recusadas pelo empenho da palavra dada no navio. Assim, como ela mesma contava, casou-se mais tarde com meu avô José, “um homem bom, honesto e trabalhador, mas sem estudo.”

Vovó Carolina foi viver uma vida de muito sacrifício e muitas dificuldades.
Vovô José  teve  um bar resturante,  na rua Anhangabaú, onde os quitutes de minha vó – entre eles o bolinho de arroz à moda portuguesa – eram famosos e a clientela, muito boa, vinha de longe para prová-los. Mas vovô não tinha tino para negócios e nem mesmo a excelente comida levou o negócio adiante. Por essas e outras razões vovó dizia-se “bem nascida e mal vivida”.

Em 1936 mudaram-se todos para o Bairro da Móoca. Eram então vovô, vovó e mais 5 filhos, o último meu pai, também José Ferreira Pinto Filho. Na casa da pequena rua Iolanda, alugada, viveram todos por mais de 35 anos. Vovó partiu em 1971 com 81 anos.

Em seus momentos de esclerose, chorou querendo desmanchar o casamento e muitas vezes disse que a “carrocinha” da mudança estava na porta para que se mudasse.

Com ela descobri as delícias da cozinha: puxava a cadeira, subia para alcançar o fogão e com a colher de pau sempre querendo mecher nas panelas comecei a aprender o significado das palavras ”refogar”, “apurar”, a diferança dos aromas, provar  e “sentir” o que faltava.

Toda a minha infância foi permeada pelas histórias e receitas de minha avó querida, de quem sempre lembro com saudade e muito amor.
 
Bolinho de arroz
 
Pegue as sobras de arroz, acrescente leite (de 1/2 a 3/4 de copo), dependendo da quantidade de arroz e 3 a 4 colheres de queijo ralado. Aqueça. Ainda quente passe o arroz no espremedor de batatas. Em um prato bata 1 ou 2 ovos (dependendo da quantidade de arroz), com um pouco de sal, pimenta do reino,  a cabecinha de 1 ou 2 cravos (também depende da quantidade de arroz), salsinha bem picada e 1 colher de sobremesa cheia de maizena. Jogue esses ovos sobre o arroz, misture e prove para ver se precisa de mais tempero. Frite os bolinhos às colheradas com pedacinhos de queijo prato, mussarela ou queijo tipo minas no meio. Bom apetite!

E a China inventou o macarrão

18 setembro, 2008

Para provar (e degustar) que os chineses são mesmo os mestres do macarrão, no último sábado marcamos mais um encontro gastronômico. Desta vez, fomos no restaurante Rong He, na Liberdade.


O diferencial desse restaurante é que existe um vidro separando a cozinha e a sala de refeições, por isso dá para ver o cozinheiro colocando a mão na massa do macarrão. A comida é muito boa, mas a vitrine acaba se tornando a verdadeira atração do lugar: as crianças, os curiosos e todo mundo que está no lugar pára para olhar um pouquinho as manobras do mestre-cuca juntando os ingredientes e amassando tudo.

Assista o vídeo do chef Yang preparando a massa

Vale a pena ir lá experimentar um dos pratos com macarrão, e eles têm vários, além de espiar o preparo da comida!

Rong He
Rua da Glória, 622-A
Liberdade
Telefone: (11) 3275-1986 / 3208-0529